Dedo em Garra e Dedo em Martelo: tratamento em Belo Horizonte por técnica minimamente invasiva
Dedos que se curvam, roçam no calçado e formam calos dolorosos no dorso e na ponta. A correção por incisões de poucos milímetros devolve o alinhamento com cicatriz quase invisível.
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Dedo em garra e dedo em martelo são deformidades dos dedos menores do pé, em que uma ou mais articulações ficam dobradas e o dedo se curva como uma garra. O atrito com o calçado forma calos dolorosos e, nos casos avançados, o dedo perde a capacidade de esticar. O Dr. Eduardo Cembranelli, ortopedista especialista em pé e tornozelo em Belo Horizonte, corrige a deformidade por técnica minimamente invasiva, com incisões de milímetros.
O que são dedo em garra e dedo em martelo?
Cada dedo menor do pé tem três articulações, mantidas retas pelo equilíbrio entre os tendões que dobram e os que esticam. Quando esse equilíbrio se perde, as articulações cedem em flexão. No dedo em martelo, a articulação do meio dobra e a ponta aponta para baixo. No dedo em garra, a base do dedo se levanta e as duas articulações seguintes dobram, como uma garra. Os dois padrões costumam coexistir e têm o mesmo tratamento.
No início a deformidade é flexível: o dedo ainda pode ser esticado com a mão. Com o tempo, as articulações endurecem e a deformidade se torna rígida, o que muda a técnica de correção.
Sintomas
- Dedo curvado com a articulação saliente no dorso, que roça na parte de cima do calçado;
- Calos dolorosos no dorso do dedo, na ponta ou entre os dedos;
- Dor na planta do pé embaixo da base do dedo, pela sobrecarga (metatarsalgia);
- Dificuldade para usar calçados fechados e feridas por atrito, com risco maior em diabéticos;
- Nos casos avançados, dedo que cavalga o vizinho ou fica preso em posição fixa.
Causas e fatores de risco
A causa mais comum é o desequilíbrio criado pelo joanete, que empurra o segundo dedo e o obriga a se levantar. Calçados curtos, apertados ou de salto alto mantêm os dedos dobrados por horas e aceleram o processo. Pé cavo, doenças neurológicas, diabetes com neuropatia e artrite reumatoide também alteram a força dos tendões e provocam garras, muitas vezes em vários dedos ao mesmo tempo.
Diagnóstico
Na consulta, o Dr. Eduardo Cembranelli verifica se a deformidade é flexível ou rígida, localiza os calos e as áreas de sobrecarga e avalia o dedão, o arco do pé e a sensibilidade. A radiografia com carga mostra o alinhamento das articulações e a presença de luxação da base do dedo, que orienta a técnica. Em pacientes diabéticos, a avaliação da circulação e da sensibilidade é parte obrigatória do planejamento.
Tratamento do dedo em garra em Belo Horizonte
Tratamento clínico
Nas deformidades flexíveis e pouco dolorosas, calçados de caixa alta e larga, protetores de silicone sobre os calos, alongamento dos dedos e fortalecimento da musculatura do pé controlam os sintomas. O tratamento clínico não corrige a deformidade, mas evita feridas e adia a cirurgia.
Cirurgia minimamente invasiva
Quando o calo dói apesar das medidas ou a deformidade progride, a correção é cirúrgica. Pela técnica minimamente invasiva, o Dr. Eduardo Cembranelli realiza a liberação dos tendões e os pequenos cortes ósseos necessários por incisões de 2 mm a 3 mm, com controle radiográfico durante o procedimento e, na maior parte dos casos, sem parafusos ou fios aparentes. O resultado é um dedo reto, com cicatrizes quase imperceptíveis, menos dor e apoio do pé no mesmo dia.
Cirurgia aberta
Nas deformidades rígidas de longa data, com luxação da base do dedo ou em cirurgias de revisão, pode ser necessário fixar a articulação do dedo em posição reta (artrodese) por via aberta. A escolha é feita conforme cada dedo, e as duas técnicas podem ser combinadas no mesmo pé.
Joanete e dedo em garra são operados juntos. Quando o dedo em garra é consequência do joanete, corrigir só o dedo leva à recidiva. Nesses casos, as duas deformidades são tratadas no mesmo procedimento, pela mesma técnica minimamente invasiva.
Recuperação
Após a cirurgia minimamente invasiva, o paciente apoia o pé com sandália pós-operatória por três a quatro semanas, e um curativo específico mantém o dedo alinhado durante a cicatrização. O retorno ao calçado comum ocorre em cerca de quatro a seis semanas e ao esporte em dois a três meses. O inchaço do dedo pode persistir por alguns meses e desaparece progressivamente.
Quando procurar o especialista
Procure avaliação se o calo no dedo dói ou sangra, se o dedo já não estica com a mão ou se há diabetes, situação em que uma ferida por atrito pode evoluir para infecção. O perfil do Dr. Eduardo Cembranelli detalha sua formação em cirurgia minimamente invasiva do pé e os locais de atendimento em Belo Horizonte.
Perguntas frequentes sobre dedo em garra
Dedo em garra tem tratamento sem cirurgia?
Nas deformidades flexíveis e pouco dolorosas, calçados de caixa alta, protetores de silicone e exercícios controlam os sintomas e evitam feridas. Eles não corrigem a curvatura; a cirurgia é o único tratamento que endireita o dedo.
Como é a cirurgia de dedo em garra minimamente invasiva?
Por incisões de 2 mm a 3 mm, com controle radiográfico durante o procedimento, os tendões são liberados e pequenos cortes ósseos realinham o dedo. Em geral não há parafusos ou fios aparentes, e o paciente apoia o pé no mesmo dia com sandália pós-operatória.
Qual a diferença entre dedo em garra e dedo em martelo?
No dedo em martelo, dobra apenas a articulação do meio do dedo. No dedo em garra, a base do dedo se levanta e as duas articulações seguintes dobram, como uma garra. Os dois padrões costumam aparecer juntos e o tratamento é o mesmo.
Quanto tempo leva a recuperação da cirurgia de dedo em garra?
A sandália pós-operatória é usada por três a quatro semanas, o calçado comum volta em quatro a seis semanas e o esporte em dois a três meses. O inchaço do dedo pode levar alguns meses para desaparecer por completo.
O dedo em garra pode voltar depois da cirurgia?
A recidiva é rara quando a causa é tratada junto, em especial o joanete e o desequilíbrio dos tendões. Em doenças neurológicas e na artrite reumatoide, o acompanhamento contínuo é importante porque outros dedos podem deformar com o tempo.
Calos e dedos curvados? Avalie a correção
O Dr. Eduardo Cembranelli avalia a flexibilidade da deformidade e as causas associadas, e indica o tratamento adequado em Belo Horizonte.
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